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O nascer do sol no Pão de Açúcar

O Pão de Açúcar não é só um dos cartões-postais mais célebres do Rio de Janeiro por sua beleza inquestionável, mas também pela história que adoça a vida dos cariocas há quase 110 anos.

Subir o bondinho logo cedo, às cinco da manhã, nos permite chegar lá em cima a tempo de apreciar o nascer do sol, que vai iluminando aos poucos a Baía de Guanabara, Botafogo, outras vinte praias, maciços, ilhas, lagoas, a Pedra da Gávea, o Cristo Redentor, além de Niterói e a Serra do Mar ao fundo. Também nos permite celebrar esse grande ícone natural, cultural e social da cidade maravilhosa.

Vista do topo do Pão de Açúcar no bairro da Urca, no Rio de Janeiro, com vista para a cidade e as montanhas do Rio, com a Baía de Guanabara, abaixo, com barcos e iates

Vista do topo do Pão de Açúcar no bairro da Urca, no Rio de Janeiro

O teleférico foi construído em 1912 pelo engenheiro Augusto Ferreira Ramos, com a ideia “louca” de ligar o Morro da Urca e o Pão de Açúcar, a 396 metros de altura – na época ninguém acreditava que o país houvesse mão de obra qualificada nem tecnologia para isso.

O fato é que o grande desafio foi vencido e marcou o primeiro teleférico do país. De cara ele foi um sucesso nacional e internacional, ganhando do carioca o apelido de “bondinho”, inspirado pelos transportes que circulavam na cidade naquele tempo.

Uma senhora olhando o belo panorama da cabine do teleférico do Pão de Açúcar (Pão de Açúcar)

Teleférico do Pão de Açúcar

Desde então ele transportou milhões de pessoas para se deslumbrarem com a cidade vista de cima e também foi o responsável por levar a sociedade carioca a inesquecíveis shows, festas, bailes de carnaval e paqueras nos jardins do Morro da Urca e do Pão de Açúcar.

Gosto das viagens sem pressa, dos estímulos sensoriais e da autenticidade de cada destino. Acredito que mais do que uma forma de locomoção, viajar seja um ato antropológico, emocional e simbólico.

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