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O melhor dos vinhos alentejanos pela sommelière Regina Bariani

A Copastur Prime teve o prazer de falar com Regina Bariani, sommelière e partner da Vinhos&Elas Saber, onde ministra aulas e workshops para mulheres. Como fãs do dueto vinhos e Alentejo, nos sentimos na obrigação de dividir um pouco de sua relevância no universo dos wine lovers e, claro, valorizar a região rural de Portugal, onde o campo é sinônimo de charme, arrematado por palacetes históricos, vilarejos medievais e herdades típicas.

 

Vinícolas na região de Estremoz, no Alentejo

Regina sempre foi amante dos vinhos e depois de muitas temporadas no sul da França se apaixonou pelos rosés e se tornou “embaixadora” do tradicional “Pétale de Rose”, produzido na região de St. Tropez. Depois disso resolveu se dedicar à profissão de sommelière. Certificada pela Associação Brasileira dos Sommeliers – SP e pela francesa Association de la Sommellerie Internationale, é partner do Vinhos&Elas Saber, onde ministra aulas e workshops para mulheres – ela acredita que compreender o vinho também é uma forma de empoderamento feminino. (Entre em contato pelo e-mail regina.bariani@reginarose.com.br)

“A região do Alentejo produz 40% dos vinhos comercializados em Portugal, sendo que deste total mais de 70% são vinhos tintos. Exuberantes, de bom corpo e coloração escura, bastante aveludados e saborosos, prontos para beber desde jovens. Têm muito carisma e ano após ano são considerados os preferidos dos consumidores portugueses.”

Quais são as melhores uvas da região?
R.B.: No Alentejo encontramos diversas castas nativas que produzem vinhos únicos. As mais utilizadas são:

Tintas
– Aragonês ou Tinta Roriz (Douro) ou Tempranillo (Espanha) – Aromas de ameixas e frutos silvestres (morango, amora), com boa matéria corante e taninos, capacidade para estagiar longamente, estruturados.
– Alicante Bouschet –  Cor densa, com aromas ligeiramente vegetais, grande concentração de taninos, bom equilíbrio e acidez e com enorme capacidade de envelhecimento.
– Trincadeira – Cor intensa, herbáceo, aromas de frutos silvestres (amora, ameixa) e especiarias (pimenta do reino), riqueza de taninos, estrutura e longevidade.
– Alfrocheiro – Cor profunda, grande exuberância aromática, aromas de frutos silvestres (amora, framboesa, morango), equilíbrio entre acidez e açúcar, boa estrutura, taninos suaves, mas potentes.
– Castelão – Mais prevalente em todas zonas vinícolas, maciez, aroma e sabor frutado (groselha).

Brancas
– Antão Vaz – Cor citrina, bom corpo, aromas finos.
– Arinto – Frutado (citrinos), floral (violeta), boa complexidade e acidez elevada.
– Fernão Pires – Aromas de frutos tropicais e pêssego.
– Roupeiro – Tonalidade citrina, aroma fino.
– Rabo-de-ovelha – Aromas de frutos cítricos.

Quais rótulos você indicaria?
R.B.: São muitos os excelentes rótulos do Alentejo. Estes são alguns dos principais produtores:


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Tintos
– Herdade do Esporão – Esporão Private Selection
– Quinta do Mouro – Rótulo Dourado
– Dona Maria – Reserva
– Mouchão – Tonel 3-4
– Cartuxa – Pêra Manca
– Tapada de Coelheiros
– Quinta do Carmo

Brancos
– Poliphonia – Reserva Branco
– Esporão Private Selection- Garrafeira Branco
– Monte da Capela – Premium Branco
– Cartuxa -EA/Biológico -Branco
– Conventual – Reserva Branco

Como harmonizar esses vinhos?
R.B.: A culinária alentejana é muito rica. Região é agrícola e pecuária e, próxima ao mar, produz carnes, ovos, pescados, diversos vegetais e principalmente pão. Os vinhos tintos têm cores carregadas, aromas de frutos maduros, estrutura firme mas equilibrada e grande persistência. São chamados “conselheiros” pois os portugueses acham primordial escolhê-los primeiro e o prato depois.

Os taninos suaves facilitam a harmonização destes vinhos com comida. Caça, carnes vermelhas de vaca e carneiro e charcutaria (presunto do local porco preto ibérico alentejano) Outros pratos regionais são a açorda alentejana (sopa de pão) e a feijoada de lebre. Nos vinhos brancos temos aromas intensos, frutados, complexos, ligeiramente ácidos. Acompanham queijos de pasta mole, pratos de peixe e mesmo alguns pratos cozidos que tenham como base carnes brancas, tomate e feijão.

 

 

Gosto das viagens sem pressa, dos estímulos sensoriais e da autenticidade de cada destino. Acredito que mais do que uma forma de locomoção, viajar seja um ato antropológico, emocional e simbólico.

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